ESTRUTURA DE CAPITAL E CAPACIDADE DE PAGAMENTO DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS DO ESTADO DO PARANÁ

Fatima Eduarda Schmitk, Mara Cristina Rossini, Daiany dos Santos Silveira, Lilian de Andrade Itikawa, Régio Marcio Toesca Gimenes, Fátima Maria Pegorini Gimenes

Resumo


O início do cooperativismo como um plano de ação que objetivava o bem-estar de seus cooperados, deu-se com a fundação da Sociedade dos Probos de Rochdale, na Inglaterra. Seguindo o caráter de cooperação como doutrina, foram surgindo diversas cooperativas com o passar dos anos que induziram a criação da Aliança Cooperativa Internacional - ACI, que é uma instituição criada com o objetivo de representar e ajudar a desenvolver todas as cooperativas no mundo. Atualmente, em razão do mercado competitivo em que está inserido, o setor cooperativista enfrenta diversos desafios para sobrevivência, em decorrência de seu estatuto doutrinário fundado na cooperação e igualdade, diferente do estatuto apresentado pelos demais ramos de atividades presentes no sistema econômico. Em razão da relevância subjacente ao dilema enfrentado pelo cooperativismo, este estudo tem por objetivo buscar meios que demonstrem a real situação econômico-financeira enfrentada pelas cooperativas agroindustriais paranaenses. Dessa forma, mediante as técnicas propostas pelo cálculo e análise dos indicadores padrão do setor, foram extraídos diversos pontos relevantes destacados no estudo. Dentre estes, verifica-se, que o setor cooperativista agropecuário possui capacidade na liquidação de suas obrigações, embora sua estrutura de capital seja formada por passivos de curto prazo, decorrentes do grande número de imobilizações efetuadas pelo setor, tornando-o limitado na formação de uma estrutura de endividamento que proporcione a alavancagem de suas operações.

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DOI: https://doi.org/10.25110/receu.v12i2.4105