INFLUÊNCIA DA FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA E RESPIRATÓRIA NA LIMITAÇÃO DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - RELATO DE CASOS

Karoliny dos Santos, Manuela Karloh, Andrezza Brognoli d´Aquino, Anamaria Fleig Mayer

Resumo


O objetivo do estudo foi investigar a força muscular periférica e respiratória e a capacidade de execução das atividades de vida diária, em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Trata-se de um relatos de caso composto por cinco pacientes submetidos a avaliação espirométrica e antropométrica, pico de torque isométrico de quadríceps, força de preensão palmar e as pressões respiratórias máximas. Foram aplicados: teste de AVD-Glittre, escalas London Chest Activity Daily Living (LCADL) e Medical Research Council (MRC), e questionários de qualidade de vida SF-36 e o Saint George na Doença Respiratória (SGRQ). Dos cinco pacientes avaliados (quatro do gênero masculino), dois tinham DPOC moderada, dois grave e um muito grave. As idades variaram de 57 a 67 anos. A pressão inspiratória máxima variou de 66% a 205% do valor previsto, enquanto a pressão expiratória máxima oscilou entre 95% e 131%. O percentual previsto da força de preensão palmar permaneceu entre 87% e 107%. Já o pico de torque isométrico de quadríceps variou de 38% a 86% do valor previsto. O teste de AVD-Glittre foi executado entre 3,13min e 6,46min. Os resultados encontrados sugerem uma associação entre forças musculares periférica e respiratória e a limitação nas AVD, porém mais estudos com delineamento adequado para testar essas associações deverão ser realizados.

Texto completo:

Sem título


DOI: https://doi.org/10.25110/arqsaude.v14i3.2010.3668