ANÁLISES DOS RECURSOS HÍDRICOS DO PARQUE MUNICIPAL DOS XETÁS, UMUARAMA-PR

Solange Aparecida Tonietti, Isabel Cristina da Silva Caetano, Lisiane de Almeida Martins

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar os padrões qualitativos dos recursos hídricos localizadas no Parque Municipal dos Xetás na cidade de Umuarama (PR), o local é considerado Área de Proteção Ambiental, onde possui algumas fontes de poluição gerando conhecimento das condições físico-químicas e bacteriológicas para os habitantes da cidade ou para outros indivíduos. Foram analisados os parâmetros como demanda química de oxigênio (DQO), cor aparente, óleos e graxas, nitrato, surfactantes, turbidez, pH, chumbo e mercúrio em amostras coletadas de pontos específicos. As análises foram realizadas segundo as especificações do Standard Methods for Examination of Water and Wastewather e obtiveram-se teor mínimo e máximo que variou no resultado do DBO de 2,40 e 25,50 mg de O2/L, cor aparente variou entre 36,00 e 146 mg Pt-Co/L e óleos e graxas variou entre 8 e 28,5 mg/L de acordo com especificações vigentes todas as análises deveriam estar ausentes. Não foram detectados DQO, nitrato, surfactantes, turbidez, pH e mercúrio nas amostras analisadas. No microbiológico os coliformes totais foram de 3,0 x104 e 6,0 x105 e coliformes termotolerantes entre 1,0 x104 e 1,6 x107 nas amostras analisadas. A análise de mercúrio foi realizada pelo laboratório de análises toxicológicas e ambientais (LATAM) de Curitiba-PR, as análises microbiológicas de coliformes termotolerantes e coliformes totais analisadas pelo laboratório da SANEPAR conveniada com a UNIPAR e as demais análises foram realizadas no laboratório da Universidade Paranaense – UNIPAR. Concluiu-se que os efeitos causados pelas emissões de esgotos clandestinos de alguns pontos da cidade e são despejados nas nascentes do Parque Municipal dos Xetás e deságuam no ribeirão Pirapozinho e rio Goioerê foram significativos.

PALAVRAS-CLAVES: Bosque do Índio; Xetás; análises microbiológicas;


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DOI: https://doi.org/10.25110/arqsaude.v21i3.2017.6176