CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS ENFERMEIROS SOBRE EDUCAÇÃO PERMANENTE NO AMBIENTE HOSPITALAR

Marilane de Oliveira Fani Amaro, Érica Toledo Mendonça, Camilo Amaro Carvalho, Karen Naomi Nakada, Andréia Guerra Siman, Núbia da Conceição Santos Ferreira

Resumo


Compreender as concepções e práticas dos enfermeiros sobre a Educação Permanente no ambiente hospitalar. Pesquisa conduzida pela abordagem qualitativa realizada com 12 enfermeiros em um hospital filantrópico no interior de Minas Gerais, no período de abril a junho de 2014. Utilizaram-se entrevistas com roteiro semiestruturado. Os dados empíricos foram organizados mediante análise de conteúdo. Evidenciou-se que a educação permanente é concebida como treinamentos formais predominando a metodologia da transmissão de conhecimentos. O desinteresse e a falta de tempo foram aspectos dificultadores enquanto realização da prática no horário e ambiente de trabalho bem como a autonomia do profissional foram facilitadores. Sua implementação é permeada por barreiras como o dimensionamento inadequado e alcançar metas estabelecidas pela gestão da qualidade, mas apesar das dificuldades existentes, a Educação Permanente traz inúmeras contribuições para o serviço como redução de gastos, proporciona a oportunidade de conviver e conhecer a equipe de saúde e a transformação do processo de trabalho. A Educação Permanente ainda precisa romper com a prática baseada no modelo tradicional, a forma fragmentada e cumprimento de metas.


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DOI: https://doi.org/10.25110/arqsaude.v22i2.2018.6337