MANEJO PRÉ-ABATE, PARÂMETROS FISIOLÓGICOS DO ESTRESSE E SEUS EFEITOS NA QUALIDADE DA CARNE SUÍNA: REVISÃO

Thuanny Lucia Pereira, Anderson Corassa, Angelo Polizel Neto, Claudia Marie Komiyama, Rafaeli Gonçalves Leite

Resumo


As atividades que antecedem o abate exigem um padrão e ainda algumas mudanças que priorizem em particular o bem-estar do animal. Dessa forma, o bem-estar na espécie suína assume grande importância quando se observa o manejo da granja ao frigorífico correlacionando com a atuação de fatores estressores que implicam em perdas tanto aos produtores quanto à indústria frigorífica. As falhas no manejo pré-abate podem resultar em carcaças com desvios, como carnes carne pálida, flácida e exsudativa (PSE) e carne escura, firme e seca (DFD). Para assegurar o bem-estar e obter carne suína de qualidade é necessário que o manejo pré-abate seja realizado de forma adequada considerando as características comportamentais e fisiológicas dos animais, que se trata do ajuste com o ambiente e com os indivíduos, estabelecendo uma  harmonia entre homem e animal. Em função do que foi relatado, objetivou-se revisar os fatores que interferem no manejo pré-abate de suínos e suas influências sobre os indicadores de estresse e qualidade da carne. O manejo pré-abate deve ser estabelecido conforme padrões conhecidos, no entanto, existe a necessidade de rever cada procedimento e estabelecer estudos regionais que envolvam todos os procedimentos, desde o embarque até o período de espera dos suínos na indústria frigorífica.


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DOI: https://doi.org/10.25110/arqvet.v20i2.2017.5233