ESPECTROS LUMINOSOS NO DESENVOLVIMENTO DE PLÂNTULAS DE Curcuma longa CULTIVADAS IN VITRO

Meire Pereira de Souza Ferrari, Dirlane Antoniazzi, Andressa Bezerra Nascimento, Larissa Fiama Franz, Camila Silva Bezerra, Hélida Mara Magalhães

Resumo


Curcuma longa é uma espécie asiática perene e rizomatosa com grandes propriedades medicinais, alimentícias e ornamentais. No processo micropropagativo carece de muitas informações dentre a faixa espectral mais adequada ao seu desenvolvimento. Sendo assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar diferentes filmes espectrais no desenvolvimento de plântulas de C. longa cultivadas in vitro. Para tanto, brotações de C. longa foram inoculadas em meio Murashig e Skoog e suplementado com 30 g/L de sacarose, 6,5 g/L de ágar 4, 44 μM/L de Benzil aminopurina (BAP) e 1,08 μM/L ácido naftaleno acético (ANA). O pH do meio foi ajustado para 5,8. Os brotos foram submetidos a diferentes intensidades e qualidade espectral de luz: branco, vermelho, amarelo, azul e verde. As plântulas foram mantidas em sala de crescimento em luz constante de 25C° e fotoperíodo de 24 horas por 145 dias. Foram avaliadas características morfológicas e anatômicas. Os resultados obtidos demonstraram que as diferenças espectraris propiciaram diferenças no desenvolvimento das plântulas de C. longa e também na contaminação in vitro. O diâmetro da base das plântulas, a massa seca e fresca da parte área e raiz foram influenciadas pelas diferentes faixas espectrais, sendo que de modo geral os filmes, amarelo e branco foram os que propiciaram maiores valores para essas características. Já o filme verde foi o que menos favoreceu o ganho de massa das plântulas, além disso, alta taxa de contaminação foi observada na presença desse filme.

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