A INSTITUIÇÃO DO TRIBUNAL DO AREÓPAGO NAS EUMÊNIDES, DE ÉSQUILO

Thais Regina Gimenes Chagas

Resumo


O terceiro episódio da tragédia Eumênides, de Ésquilo, a última de sua trilogia Oresteia, põe em cena a fundação do Areópago, o mais conceituado tribunal ateniense, para julgar o caso de Orestes e assim resolver a contenda entre Apolo e as Erínias. O autor da tragédia, ao evocar lembranças de uma era predominantemente baseada na vingança, busca evidenciar o salto evolutivo realizado com a fundação do Areópago. A partir daí é instituído um tribunal humano que substitui a lei de talião. Considerando o terceiro episódio da tragédia, enquanto representação literária da origem do tribunal do júri e, consequentemente, sua relevância para o Direito, fundamentamos nossa proposta de trabalho no estudo de Ost (2004), que visa a interpretar as relações do direito na literatura.

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DOI: https://doi.org/10.25110/akropolis.v29i1.8475

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