IDENTIDADE, A GRANDE ESTRATÉGIA DAS REDES DE PODER
DOI:
https://doi.org/10.25110/educere.v23i2.2023-020Palavras-chave:
Foucault, Identidade, DesassujeitamentoResumo
A partir do século XVII as sociedades conheceram o grande processo de manipulação dos indivíduos, da construção de subjetividades que expropriam o ser humano, fazendo com que a imposição de uns sobre outros se tornasse gradativamente mais real e desigual. Nesta reflexão pretende-se compreender as possibilidades de desassujeitamento frente as relações de poder, fundamentando-se no pensamento foucaultiano. Foucault, entende que o sujeito é constituído por relações de poder, em tecnologias como a disciplina e a biopolítica. Ele critica as identidades que extinguem o lugar do cuidado de si, promovendo um tipo de ética padronizada pelas instituições, limitando a autonomia do sujeito na elaboração de si. A partir de uma análise bibliográfica da sua obra, possibilita-se uma visualização do desassujeitamento das pessoas perante as instituições.
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