VITAMINA C e E NA ALIMENTAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE INDUSTRIAL CRIADOS EM AMBIENTE COM DESAFIO PERMANENTE NA AMAZÔNIA OCIDENTAL

José Aparecido Almeida Filho, Fábio Augusto Gomes, Henrique Jorge de freitas, Patrícia fernandes nunes da silva malavazi, Iuryane de oliveira sandra, Marcelo Batista Bezerra, Diego Basílio vítor dos Reis

Resumo


Avaliou-se o efeito da adição das vitaminas C e E na ração sobre o desempenho zootécnico, rendimento de carcaça, de cortes nobres, de parâmetros hematológicos e de órgão linfoide (baço) de frangos de corte criados em ambiente de estresse calórico, CMR e temperaturas elevadas. Foram utilizados 300 frangos de corte em lote misto, de linhagem Cobb, no período de 1 a 64 dias de vida. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com 5 tratamento e 6 repetições. Os tratamentos foram distribuídos da seguinte forma: T1 CN com vazio sanitário, T2 CMR sem vazio sanitário, T3 CMR sem vazio sanitário + 200mg/kg de vitamina C e E, T4 CMR sem vazio sanitário + 350mg/kg de vitamina C e E, T5 CMR sem vazio sanitário + 500mg/kg de vitamina C e E na proporção 150g/Kg de ácido ascórbico e 75g/Kg de D-Alfa-Tocoferol. A CMR contribuiu para o aparecimento de algum processo infeccioso nas aves, constatado por alteração no parâmetro hematológico, evidenciado pela visualização de heterófilos do tipo bastonete/imaturo no T2, porém sem caracterização clínica. A adição da vitamina C e E melhorou o ganho de peso, conversão alimentar e a eficiência alimentar, por outro lado não influenciou os parâmetros hematológicos nem o peso relativo de baço. Concluiu-se que a suplementação de vitamina C e E amenizou o desafio imposto aos frangos, contribuindo dessa maneira para um melhor desempenho zootécnico.

Palavras-chave: Avicultura, desempenho, suplementação vitamínica.


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DOI: https://doi.org/10.25110/arqvet.v22i2.6771

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