O VÍNCULO AMOROSO NA ALIENAÇÃO PARENTAL: UMA CONSTRUÇÃO SOB A LUZ DA PSICANÁLISE

Kaira Carla Sikora, Sandra Cristina Lunkes Stenzel, Silvana Nardello Nasihgil, Fábio Osmar Dürrewald, Miriam Izolina Padoin Dalla Rosa

Resumo


O presente artigo tem por objetivo realizar um estudo sobre a alienação parental à luz de conceitos psicanalíticos. Utilizamos como metodologia de pesquisa a revisão bibliográfica, priorizando as obras de Sigmund Freud e Jacques Lacan, os quais fundamentam a abordagem teórica em questão, assim como, autores contemporâneos que tratam da alienação parental. A teoria psicanalítica possibilitou a compreensão da constituição psíquica do sujeito, ao considerar os princípios de prazer e de realidade, os processos de alienação e separação, e o Complexo de Édipo. Além disso, discutimos como a dinâmica inconsciente (por meio do ego, id e superego) influencia nas escolhas amorosas, na maternidade, na paternidade e no rompimento dos vínculos afetivos. Tais conceitos foram pesquisados a fim de analisarmos o vínculo amoroso na alienação parental, em que um genitor, ou qualquer outra pessoa que ocupe a função materna ou a função paterna para criança em questão intenciona afastar física e emocionalmente um filho de seus pais. A alienação causada por um genitor, ou avós, tios, entre outros se caracteriza pelos atos que suscitam obstáculos a relação, sentimentos depreciativos, e que de fato busquem desconstruir os laços entre o(s) filho(s) e um genitor, ou qualquer outra pessoa que preenche esta outra função.

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