O INTERSTÍCIO PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DO MAGISTRADO NA JUSTIÇA ESTADUAL DO ESTADO DO PARANÁ

Celso Hiroshi Iocohama, Camila Kienen Bruno, Daiene Biondi da Silva

Resumo


Através de uma pesquisa realizada na região Oeste e Noroeste do Estado do Estado do Paraná, em 29 (vinte e nove) comarcas, durante um período aproximado de 11 (onze) anos, buscou-se analisar a permanência e ausência dos juízes, a fim de verificar a existência e cumprimento de um prazo mínimo de permanência do juiz na comarca (interstício), em cumprimento ao estabelecido pelo artigo 282 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná. Com a verificação dos dados existentes, podem-se verificar diversos problemas em relação ao cumprimento do referido dispositivo, apontando-se pela não predominância da permanência mínima exigida. Verificou-se que a exceção da própria norma acaba se tornando regra, a partir do que se levantou o questionamento quanto ao cumprimento de algumas garantias constitucionais e da importância da presença do magistrado para a aplicação da tutela jurisdicional.

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