CONHECIMENTO DA POPULAÇÃO RELACIONADO À ASSISTÊNCIA DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO DE CURITIBA-PR

André Luis Cândido da Silva, Amanda de Cassia Azevedo Azevedo, Suéllyn Mattos de Aragão, Helena Reback Graichen, Paulo de Carvalho Costa, Rafael Wind dos Santos, Solena Ziemer Kusma Fidalski

Resumo


Introdução: As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) funcionam como porta de entrada para os casos de urgência e emergência e, muitas vezes, para casos de caráter não emergencial. Objetivo: Identificar o conhecimento da população a respeito dos serviços prestados pelas UPAs em Curitiba-PR. Método: Estudo observacional transversal, avaliou 516 pessoas que estavam em espera para atendimento nas UPAs, com classificação não urgente ou pouco urgente, segundo Protocolo Internacional de Manchester. A coleta se deu por meio de questionário semiestruturado aplicado por entrevistador. Resultados: 82,8% dos entrevistados acreditavam estar no local correto para o seu atendimento, fator que foi independente estatisticamente da escolaridade ou do conhecimento sobre as Unidades Básicas de Saúde (UBS); 86,6% dos usuários foram à UPA por busca direta, e uma parcela de 24,9% cogitou ir a uma UBS antes. Dentre os motivos mais frequentes de procura pela UPA, em ordem decrescente, abrangiam questões de locomoção, desconhecimento do funcionamento do sistema de saúde, motivos pessoais, a não necessidade de marcar consulta e, por fim, considerar a própria doença como grave. Conclusão: Existe a necessidade de se fortalecer o vínculo do usuário com as UBS, assim como uma melhor estruturação da atenção primária.

Palavras-chave: Serviços de Saúde de Emergência; Uso de Serviços de Saúde; Participação da Comunidade.


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DOI: https://doi.org/10.25110/arqsaude.v25i1.2021.7307

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