LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DO HORTO MEDICINAL DO CAMPUS 2 DA UNIVERSIDADE PARANAENSE (UNIPAR) – UMUARAMA/PR

Karina Natally Canzi, Carolyne Byczkovski, Duana Évelin Baú Grigol, Maiara Canezin, Lurian Tomadon de Lima, Évelyn Janaina Trevisan Corrêa, Juliana Okamoto, Priscilla Pajanoti Bácaro, Thiago Bruno Lima Prando, Suellen Christine Jaquinta, Orlando Seiko Takemura, Ezilda Jacomassi

Resumo


O presente trabalho objetivou realizar o levantamento florístico do Horto Medicinal do Campus 2 da Universidade Paranaense. O levantamento foi realizado entre março de 2008 a fevereiro de 2011. Para maior precisão na coleta de dados, inicialmente toda área foi mapeada. Posteriormente, de acordo com o ciclo reprodutivo, os espécimes foram coletados e herborizados segundo técnicas usuais preconizadas para a taxonomia. A identificação botânica foi realizada por meio do envio de material aos taxonomistas, bem como por estudos de comparação à literatura especializada e por comparações com exsicatas do Herbário da Universidade Estadual de Maringá (HUEM). As espécies foram depositadas no Herbário Educacional da Universidade Paranaense (HEUP). Os resultados demonstraram a ocorrência de 332 espécies, pertencentes a 256 gêneros e 89 famílias. As famílias de maior destaque em número de espécies foram: Asteraceae (11,3%), seguida de Lamiaceae (6,2%) e Euphorbiaceae (5,3%). Quanto ao hábito, as herbáceas totalizaram 41,6%, seguida das arbóreas (19,6%), arbustivas (16,5%), subarbustivas (15,1%) e lianas (7,2%). As exóticas (65,3%) foram mais representativas que as nativas (34,7%). No presente estudo, as espécies pertencentes às famílias Asteraceae, Lamiaceae e Euphorbiaceae foram os grupos predominantes encontrados em nossa pesquisa, esses dados mostram a importância dessas famílias como espécies medicinais como relatado pela literatura. O alto índice de espécies herbáceas encontradas no estudo é uma consequência do grande número de espécies pertencentes a estas famílias. Conclui-se que o Horto Medicinal do Campus 2 da UNIPAR, apresenta uma grande diversidade de espécies.

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DOI: https://doi.org/10.25110/arqsaude.v16i3.2012.4967